19.07.08

SÁBADO,19

Filed under: O diaBruna @ 21:43:18

Comentei ontem que escreveria hoje assim que acordasse, mas não deu porque acordamos às 10h30, atrasadíssimos para um compromisso. Odeio acordar no susto em cima da hora, mas ontem fomos em uma baladinha e chegamos em casa quando eram quase 4hs.

Sinceramente esta semana não foi boa para mim. Aconteceu uma coisa que me deixou abalada durante três dias, mas já estou bem. Sacodi a poeira e dei a volta por cima. Claro que lembranças ainda ficarão, afinal não me esqueço de nenhum detalhe ocorrido em minha vida, tanto os bons quanto os ruins. Em contrapartida, não fico remoendo. Todos nós passamos por momentos ruins, mas a vida tem de continuar!!

Bem, a semana não rendeu, não consegui fazer nem um terço do que tinha de fazer. Mas eu não consegui me concentrar em nada, não foi por minha culpa e má vontade. Acabei ficando sumida de todos, menos do JP que mora comigo né! Por um lado foi bom ter ficado quieta nestes dias, no meu canto. Tentei encontrar alguma solução, mas não consegui, pois infelizmente nem tudo depende exclusivamente de nós, mas dos outros. E depender da boa vontade dos outros é muito phoda! Simplesmente odeio isso. O pior mesmo é quando os outros esquecem o que já fizemos por eles. Tudo bem que teoricamente não podemos fazer nada esperando por uma troca, mas na prática nem sempre funciona bem assim. Mas paciência, jamais obrigarei que alguém mude o jeito de ser ou faça algo sem vontade. Mesmo que algum dia eu já tenha feito por esta pessoa e por algum motivo, se esqueceu.

Vamos mudar de assunto?

Acho interessante as pessoas me reconhecerem na rua. Interessante porque o meu boom na mídia já passou há muito tempo. Não sou de ficar escrevendo isso, mas não tem um dia que eu saia e não me reconheçam ou não me parem. Eu brinco dizendo para os meus amigos que se eu cobrasse R$1,00 por cada foto ou autógrafo, já estaria praticamente milionária! Onde quer que eu vá, tem alguém que me reconhece, é incrível! Mas acho bacana isso. É gratificante sempre quando alguém me pára para me elogiar, contar que leu e gostou dos meus livros, enfim. O único lado ruim é que eu não posso fazer nada de errado por aí! rs.
O que acho engraçado é com a indiscrição de muitas pessoas, tipo eu acho que elas pensam que eu não percebo que estão me vigiando ou me observando. Várias vezes alguém já tirou foto minha jurando que eu não percebi. Apenas uma vez paguei de doida nesta situação. Um cara que estava sentado na mesa ao lado ergueu o celular em minha direção, o levantou de um jeito tão indiscreto que não tinha como dizer que não estava tirando uma foto minha. Daí o que fiz? Fiz uma pose. Virei para ele e dei um sorriso. A cara que ele fez foi inesquecível. Não aguentei e comecei a rir, ele também. Daí eu perguntei: “Quer tirar uma foto comigo?”. O JP tirou esta foto nossa e pronto, tudo resolvido. É muito simples de resolver e eu não mordo, não. rs
Ontem mesmo nós fomos ao shopping e um grupo de uns cinco meninos adolescentes passou por nós, daí nós nos ligamos que eles deram uma meia-volta e começaram a nos seguir. Entrei na Jogê porque queria comprar sutiã e dentro da loja, percebemos que eles ficavam passando de um lado para o outro e depois sentaram num banco próximo. Só pararam quando perceberam que nós sabiamos que eles estavam nos seguindo. E olha que nós nem precisamos falar nada, um olhar diz mais.
Agora é engraçado também perceber que quando o JP está comigo, as abordagens são poucas. Já quando estou sozinha, é outra história. Mas eu e o JP já comentamos sobre exatamente isso que vou contar: as pessoas o respeitam muito. A maioria que me aborda quando estou com ele e não são muitas como comentei, falam primeiro com ele e só depois comigo. É muito comum a pessoa perguntar para ele: “Posso tirar uma foto com ela?” ao invés de me perguntar se pode tirar uma foto comigo. Com nós, não tem tempo ruim. Eu só não gosto quando me abordam quando estamos comendo em algum lugar e eu estou no exato momento, mastigando, com comida na boca. Mas nem por isso eu trato mal.
Por incrível que pareça nunca sofri represálias ou escutei alguém me xingando ou falando merda de mim. Se falam, é pela minhas costas, cochichando ou falando baixo porque na minha frente mesmo, olhando nos meus olhos, em quase quatro anos, de fato nunca aconteceu. A covardia domina quem não gosta de mim. Sim, porque não há outra explicação.

Eu passo por estas abordagens e reconhecimento todos os dias e fico imaginando quem é famoso de verdade, que mal consegue andar por aí que todas as pessoas ao redor o cercam...

Daqui a exatos oito dias a Fê vai viajar e eu vou cuidar da loja dela como contei há alguns dias atrás aqui. Vou colocar o que aprendi na teoria sobre administração, em prática. A responsabilidade será gigantesca e pelo fato dela ser muito minha amiga, não significa que será uma tarefa mais fácil. Acho que é até pior. rs

Nossa vida social está agitada, pois há cinco semanas temos ido em pelo menos uma festa por semana. Na semana passada fomos em três: aniversário do sobrinho do JP, aniversário de um amigo dele e aniversário do irmão da Fê. Amanhã teremos o batizado da filha de um casal de amigos nossos , que há alguns sábados atrás fomos no churrasco em comemoração do nascimento dela, lembra? E depois teremos uma festa de aniversário da filha de outra amiga. Só não estou me sentindo “arroz de festa” porque todas as festas que temos ido, são de pessoas que conhecemos de fato e não vamos de penetra. Ué, a gente conhece, nos convidam, então temos que ir sim! Por que não iríamos?

E o meu tá chegandoooooo! Eu já avisei todos os meus amigos que neste ano, quero fazer A festa. Ainda mais porque a comemoração será dupla: inauguração da loja além do meu envelhecimento. Estou pensando em fazer em um buffet, não daqueles infantis é claro, e estou pensando seriamente em convidar um número x de fãs também para estarem presentes neste momento importante para mim. Só não sei como que decidirei esta parte, mas vou pensar!!

No mais, se tudo der certo, em agosto realizarei não uma,mas duas sessões de autógrafos aqui em Sampa! Assim que a minha assessora me confirmar as datas, eu aviso!

Ah, hoje nós paramos o que estávamos fazendo, voltamos para casa pra assistir o Cláudio no programa O melhor do Brasil, na Record. Ele participou do quadro ´Vai dar namoro!´. Meu, quando a Pati, que é irmã dele me ligou para contar, eu não acreditei! Gente, eu ri tanto com a cara que ele fazia. Fiquei passada. O pior foi ele dizendo para o Rodrigo Faro: “Não vai rolar porque nós moramos muito longe um do outro!”. Hãhã. Então tá né? Engana que eu gosto. rs
Eu encho muito o saco dele, não porque ele virou evangélico da noite para o dia, mas porque ele é engraçado mesmo. No orkut, vive me pedindo para que eu escreva dele aqui porque ele está louco atrás de uma namorada e quer que eu seja cupida dele com alguma fã. Daí eu ficava pensando: “Mas como que vou entrar neste assunto lá no meu blog?”. Não sei descrevê-lo. Sou amiga da irmã dele. Mas caso alguém tenha o assistido hoje e se interessou, posso fazer a ponte. Tá, sou uma péssima cupida! Assumo.

Também fiquei passada com o falecimento da Dercy. Gostava dela, sem papas na língua e tals. Meu, 101 anos de vida é muito tempo! Não consigo imaginar o que possa ser isso. Se eu conseguir chegar aos 80 anos já ficarei mais do que satisfeita.

Que pena que a greve dos correios acabou hoje. Estava gostando tanto desta história de não receber contas pra pagar.

Enquanto isso na mídia...

Na semana retrasada, na revista QUEM, foi publicada uma matéria sobre os melhores da Internet e fui citada. Para mim foi uma grande surpresa!!

E na terça-feira desta semana, concedi uma entrevista para o Jornal da Tarde para uma matéria sobre blogueiras sexies. Foi publicada ontem no jornal.

Até.

18.07.08

SEXTA-FEIRA, 18

Filed under: O diaBruna @ 20:56:07

Me desculpe pelo abandono! Mas amanhã a primeira coisa que farei ao acordar será escrever aqui para atualizar o nosso cantinho virtual! =)

Espero que esteja bem.

Até amanhã!

10.07.08

QUINTA-FEIRA, 10

Filed under: O diaBruna @ 23:38:38

A terça-feira foi uma maratona. Por causa do feriado de ontem, resolvi emendar, então tive que colocar tudo ou a maioria das coisas em ordem para ficar tranqüila com as responsabilidades profissionais e conseguir tirar tais dias de folga. Tá, eu devo ter sido a única pessoa que emendou um feriado que caiu em plena quarta-feira, mas eu precisava de alguns dias dedicados a mim, para inclusive organizar algumas coisinhas na minha vida em particular. Por exemplo, hoje fui a ginecologista para fazer os exames básicos, pegar a guia de exame de sangue e tirar algumas dúvidas. Fizemos algumas contas para chegarmos a uma data boa para tirarmos o implanon. Tiraremos em setembro. Para quem não sabe, ele é um anticoncepcional inserido embaixo da pele do braço.
Quando o coloquei, eu também achei estranho. Como assim um anticoncepcional no braço? Mas nada como a nossa corrente sanguinea! O mais interessante é que a ginecologista literalmente injeta ele. É uma injeção porque a princípio é um líquido e sabe lá Deus como, se transforma em um pequeno bastonete embaixo da pele.
Mas já faz parte de mim há tanto tempo e me acostumei. Porém será impossível ser mãe com ele, né?

No último sábado, os meus sogros comemoraram bodas de ouro. Primeiro teve uma missa que inclusive foi na mesma igreja onde eles se casaram e depois teve um almoço. Achei a missa super emocionante e olha que eu nem sou religiosa! Fora que o significado da bodas de ouro é phoda ( no bom sentido! ). Meu, é passar a vida ao lado da mesma pessoa! Ei, será que o JP me aguentará por mais 47 anos? rs

No caminho, quando saímos da igreja e estávamos indo para onde ocorreu o almoço, eu comentei com o JP que bem que poderia ter bens-casados... E quase tive um treco quando me deparei com uma mesa cheia deles quando chegamos lá! Hummm. Me acabei.

Então, na terça foi uma maratona porque marquei várias coisas para fazer no mesmo dia. Eu tinha uma reunião às 16hs, só que eu perdi a hora completamente, pois quando fui ver já eram quase 15hs e eu tinha que fazer mãos, pés e lavar o cabelo. O mais urgente era o cabelo, pois as mãos e os pés estavam ok porque eu tinha ido na manicure na sexta, só que num dos dedos da mão esquerda o esmalte estava feio, com uma lasquinha e como estava com uma cor escura, então a falha estava nítida. Esmalte claro até que dá para dar uma disfarçada, mas no meu caso neste dia, não. Até pensei em ir ao salão para fazer tudo ao mesmo tempo, ou seja, enquanto a cabeleireira fizesse a parte dela, a Lúcia cuidava das minhas mãos e outra pessoa dos pés. Só que lavar e secar o cabelo em casa é muito mais rápido, pois faço em meia hora o que a cabelereira faz em quase uma. É porque ela é delicada para desembaraçar os fios, já eu não sou tanto, mas em compensação ganho tempo.
Até que tive uma ótima idéia para resolver a falta de tempo! Dá para colocar band-aid nos cabelos? Não. Mas dá para colocar um no dedo para cobrir a unha com a falha. Então fui para casa para tomar banho e depois cobri a unha com um band-aid. Resolvido o problema! O que as pessoas pensam quando vêem alguém com um ao redor do dedo? Por exemplo: "Coitada, se machucou! Talvez tenha se cortado com uma faca!". Ninguém pensa: "Nossa, ela não teve tempo de ir na manicure e está escondendo a unha feia!".

A reunião foi boa, não tinha como não ter sido. A minha expectativa estava grande e sabia que não estava iludida. Acabou quando já passava das 18hs e depois voltei para o escritório, o JP foi pra lá para me fazer companhia depois que saiu do trabalho dele. Consegui colocar em ordem pelo menos as coisas com maior urgência.

E hoje fomos conferir a Revolução Genômica num dos pavilhões do parque ibirapuera. Quando li uma matéria sobre esta exposição há alguns meses atrás numa revista, o meu lado nerd foi instigado. Assumo que para algumas coisas sou nerd, bem poucas, diga-se de passagem, apenas para os assuntos que me interessam de fato. O resto entram por um ouvido e saem pelo outro.

Adoramos esta exposição! Na primeira sala tem alguns animais vivos expostos em jaulas ou em grandes aquários, como por exemplo, filhote de jacaré, iguana, peixes, cobras, etc. Também tem plantas de espécies diferentes para os visitantes conferirem a biodiversidade. Daí na frente de um espaço fechado com vidro, na plaquinha estava escrito: Ser humano. E dentro tinha uma menina sentada numa cadeira. No chão tinha lixo espalhado.

Em seguida tem uma sala com animais empalhados. E eu levei um susto enorme!! Como não tinha ninguém, apenas nós dois sendo que o JP estava ao meu lado esquerdo, eu estava atenta observando o tigre empalhado e do nada vi alguma coisa vindo em minha direção pelo lado direito, eu olhei rapidamente e era um visitante. Só que eu não sabia que tinha um porta deste lado da sala então não estava esperando alguém chegar dali. Eu disse: "Ai que susto!" quando olhei para o cara, daí ele começou a rir e me pediu desculpas. Meu, tem vários bichos parados e do nada alguma coisa se mexe ao lado, sei lá o que passou na minha cabeça na hora, mas foi um susto engraçado.

Também tem uma sala super bacana onde temos a sensação de estarmos dentro de uma célula. Num outro espaço, mostra o que é exatamente o DNA, a evolução da genética e a clonagem. Também pudemos conferir os avanços do Brasil na área da genética e ainda tem um grande laboratório. Enfim, muito bacana mesmo!

Recomendo para quem curte o assunto e para quem gosta de ler, pois há muito mais informações por escrito do que por fotos ou vídeos. Para conseguir ver tudo tem que ter pelo menos duas horas disponíveis, pois embora a exposição não seja tão grande, não dá para ver tudo com pressa. Só que a exposição ficará somente até este próximo domingo.
Se você puder, vale a pena conferir! A entrada custa R$ 15. Praticamente de graça para o que é.

Ah, lá acabei ficando sabendo de uma doença chamada "doença da bolha". Se não me engano, eu já tinha ouvido falar nisto antes, mas não tinha botado fé na época. Hoje vi que realmente existe. A pessoa que tem isso por ter um problema num gene, tem o sistema imunológico fraquíssimo e uma simples gripe pode ser fatal. Daí a pessoa tem que viver literalmente dentro de uma bolha porque não pode ter contato com o ar. Deus me livre.

No mais é isso.

Inté.

Filed under: O diaBruna @ 10:06:38

Sinalzinho de vida. Mas à noite estarei por aqui para atualizar este meu cantintinho virtual! =)

04.07.08

SEXTA-FEIRA,04

Filed under: O diaBruna @ 23:52:10

Nesta semana eu só aprontei. Coisas boas apenas. Juro.

Meio inacreditável que já estamos em julho. Por um lado é ótimo, sem dúvidas, pois a partir de agosto... ai ai. Peça de teatro, loja inaugurada e provavelmente um outro projeto sairá do papel que ainda não comentei por aqui, por enquanto está em standby, mas quem me convidou para tal está afoito para iniciarmos logo e eu já enrolei muito, assumo.

Na quinta, paguei de office-girl, minha mesmo pelo menos, rs, e lá fui eu pra rua. Tive que ir em três bancos diferentes e achei interessante notar que as portas giratórias reagem de uma maneira diferente em cada agência. Eu estava com as mesmas coisas na bolsa, sem tirar nada nem pôr, mesmo porque fui um em seguida do outro. No primeiro banco, fui barrada na porta, então tirei o celular, o palm, e algumas moedas no bolsinho da frente. Fui barrada novamente e tirei o isqueiro. Passei. No segundo, por incrível que pareça, entrei direto. Já no terceiro, fui barrada, daí fiz mó cara de “Ai que saco!”, o segurança pediu para que eu desse um passo para trás e sabe lá Deus por qual motivo, a minha entrada foi liberada sem que eu precisasse tirar nada. Descobri então que porta giratória de banco é uma caixinha de surpresas, a gente nunca sabe o que vai acontecer...

Em uma das filas, lembrei de quando tive que jogar fora a minha pinça no aeroporto depois que minha bolsa passou pelo raio-X. Como podemos ameaçar alguém com uma pinça? Só se for: “Mãos ao alto, me passem tudo de valor ou arranco as sobrancelhas de todos!”. Eu hein.

No final da tarde de terça-feira, a Fê me ligou perguntando se eu queria tomar um cafezinho com ela e um amigo num Starbucks para colocarmos os assuntos em dia. Bem que eu estava querendo alguma desculpa boa para ir embora do escritório e lá fui eu. Ela estava com o tal amigo, que até então ainda não o conhecia e então fomos apresentados. Este amigo dela está naquela fase de total fossa, que eu, você e todos os pobres mortais passam uma ou mais vezes durante a vida. Cheguei e para não pegar o bonde andando no assunto, ele fez um resumo da fossa por espontânea vontade. E começou a falar, falar, falar. Blá blá blá whiskas blá blá blá. Eu só olhava para a Fê e nos entendiamos por este olhar... E estava nítido que nos segurávamos para não cair na gargalhada. Não que sejamos insensíveis, mas é que estava engraçado mesmo.

Para que você entenda um pouco da situação, farei um resumo do resumo – que parecia que nunca acabaria – o casamento dele terminou recentemente. Posso ser um pouco insensível, mas direta? Levou um pé na bunda gicantesco da mulher. Ele contou todo o desfecho da história, de como ficou sabendo que ela tinha outro, de como foi a briga gota d´agua, de como foi o dia em que ela buscou todas as coisas dela no apartamento que era dele, e por fim de quando três dias depois a flagrou já com o outro cara, assumidíssima no novo relacionamento. No meio desta história toda, a cada dez palavras, nove era xingando a ex-esposa. Acho que nunca tinha escutado tantos palavrões numa única vez. Até aí “tudo bem”, mas no meio do que ele chamou de “vou te fazer um resumo da minha história”, ele ficava falando em vingança, que ia se vingar de qualquer jeito, que isso e aquilo. Tudo bem que ele estava com raiva, mas até eu comecei a ficar com medo do que ele dizia do que tinha vontade de fazer com ela e com o atual cara. Eu ficava escutando tudo e em certo momento até pensei: “Gente, estou diante uma pessoa que vai cometer um crime passional!”.

O engraçado é que ele não falava seguindo uma linha de raciocínio. Começava a falar bem dela, mas quando percebia que estava a elogiando, logo mudava e começava a falar mal, depois do nada falava que tentaria uma reconciliação, mas já mudava falando em vingança. Ou seja, estava perdidinho da silva.
Só não interferi e mudei de assunto porque querendo ou não, tal desabafo por mais louco que estivesse sendo, estava fazendo bem a ele. Depois de três cafés que tomei, e quase uma hora depois, ele vira e diz sério: “Mas eu já superei!”.
Não consegui mais segurar a risada. Comecei a rir e só parei quando notei o olhar dele extremamente bravo. Mas não consegui não comentar: “Como assim se superou, você está há quase uma hora falando disso, demonstrando uma imensa raiva, inclusive pensa em vingança e nos diz que superou a situação?”.

Superar neste caso é esquecer que a pessoa existe. Falando pode até parecer fácil, mas quando superamos alguma situação ruim, sem perceber nós esquecemos do que passou e nem comentamos mais na pessoa ou na situação. Não comentamos sobre nem por bem nem por mal. Deixamos no passado e a vida continua. Agora não tem como não rir de uma pessoa que diz que superou minutos depois de dizer que se vingaria dos dois a qualquer custo e que faria de tudo para separá-los. Mas enfim. Cada um pensa de um jeito.
Depois que ele foi embora, um tanto bravo comigo, a Fê comentou que ele está deste jeito desde que houve a separação, pediu demissão no emprego e tudo mais. Tipo não está mais vivendo, apenas existindo. Mas espero que supere ( de verdade! ) logo porque fiquei com dó.

Mudando de assunto... Eu fiquei muito contente que liberaram a Ingrid Bitencourt. Acho que quem acompanhou a situação dela pela mídia, estava torcendo por este desfecho. Ela teve uma força e garra que eu não teria.

Ah, hoje passou no GNT a matéria que gravei na semana passada para o programa Happy Hour, mas eu não consegui me assistir! Na hora que passou, eu não tinha chegado ainda em casa!

No mais, é isso. São 3:07 da manhã e preciso dormir porque amanhã o dia será longo, com direito a um almoço-festa.

Tenha um ótimo final de semana e até!!

29.06.08

DOMINGO, 29

Filed under: O diaBruna @ 21:30:58

Na sexta-feira à tarde, concedi entrevista para o programa Happy Hour que passa no canal GNT. Recebi a equipe em casa e a matéria ficou bem bacana!

Para quem estava sumida da televisão - a última vez foi em maio no programa do Zé do Caixão que passa no Canal Brasil - aparecer duas vezes na mesma semana, foi o suficiente para que você mate as saudades de mim na telinha! Embora os dois tenham sido gravados e não ao vivo...

Mas enfim, na sexta-feira teve uma festa-surpresa para o JP. Como sempre, agitei em cima da hora e como praticamente peguei os convidados de surpresa também, pois confirmei a festa somente na quinta, então nem todos puderam marcar presença! Eu não poderia ganhar dinheiro organizando festas, rs.

Deixei tudo combinado com os pais deles que iam com a gente. Bem, na quinta, falei ao JP que jantaríamos num restaurante na sexta. Até aí ele jamais desconfiaria, afinal em todas as sextas jantamos fora. Quando ele chegou em casa, eu contei uma historinha: disse que a mãe dele me ligou perguntando se ela e o pai dele poderiam jantar conosco e como eu fiquei sem graça de dizer ´não´, então disse que tudo bem. Ele topou a idéia e então nos arrumamos para buscá-los.

Nisso, já estava tudo combinado com o amigo dele, o dono do barzinho. Bem, combinamos que em certa hora ele ligaria para o JP pra dizer que tinha ocorrido um problemão no bar e que ele tinha que ir de qualquer jeito pra lá para ajudá-lo a resolver.

Os meus sogros eram os meus cúmplices e no meio do caminho fomos conversando sem tocarmos no assunto. Fiquei morrendo de medo de algo dar errado, estava com mais medo que quando o telefone dele tocasse e fosse o amigo, de eu começar a rir.

Já estávamos a caminho do restaurante e nada do amigo dele ligar. Isso porque quando fomos buscar os pais do JP, ele ficou no carro e eu disse que precisava ir ao banheiro. Entrei para ligar pra Eli que já estava no barzinho, para que ela avisasse ao amigo dele para ligar dentre cinco a dez minutos. Só que passou este período e nada! Meu, comecei a ficar super preocupada, porque só faltava chegarmos no restaurante e... Eu ia falar o quê? "Vamos dar mais um volta no quarteirão porque quero admirar a beleza da região!"?

Do nada recebi uma mensagem de texto dela: "Ele está ligando, mas o JP não atende!". Foi então que eu percebi que ele havia deixado o celular em casa e só estava com o nextel. Respondi a mensagem para que então o amigo dele ligasse no outro número.

Bem, acabou dando certo no final! Não chegamos no restaurante, fomos ao bar para resolver o "problemão" e o JP não desconfiou de nada. Só ficou sabendo da verdade lá. Não preciso dizer que ele ficou mega feliz, né?

O problema é que estávamos morrendo de fome, só que como até então ele estava crente que íamos jantar, eu não poderia pedir para que ele fizesse um lanchinho em casa. Aliás, tentei dar uma de migué, terminei de me arrumar rapidinho e desci para a cozinha, estava preparando um lanche quando ele desceu e não me deixou comer, justificando que eu chegaria ao restaurante sem fome. Então tá! Deixei para lá o lanchinho, pois eu não tinha como justificar o meu ato.

Fiquei triste que a Gabi não pôde ir, pois ela foi assaltada nesta semana e junto com a carteira levaram a carta de habilitação e os documentos, ou seja, nem pensar em pegar o carro! Ainda mais ela que é toda certinha.
A Fê o marido também não puderam ir, mas ela já tinha me avisado com algumas horas de antecedência. Outros amigos também não foram, cada qual com seu motivo, alguns foram viajar, outros já tinham marcado algo para sexta à noite. Mas o erro foi todo meu por ter confirmado e convidado muito em cima da hora! Então fui compreensiva.

Mesmo assim, enchemos três mesas e foi muito divertido! Depois da meia-noite, levaram o bolo na mesa e cantamos parabéns. Um tempo depois ele foi levar os pais embora e voltou à festa.

Enfim, fomos embora quando já eram quase 3hs.

Valeu a pena ver a alegria dele pela surpresa! Bem, como no ano passado foi ele quem agitou uma festa-surpresa para mim, apenas retribui.

Na caixa do presente dele, peguei duas fotos dele quando era bebê. Colei as duas na tampa e escrevi no espaço que ficou em branco: "Este bebê fofo...". Atrás dela, continuei: "Tornou-se o homem da minha vida!" E enchi ela de mimos. Ele amou!

Em casa, a noite, ou melhor, a madrugada foi uma criança!

No sábado, acordamos quando era meio-dia e pouco. Levei um susto enorme, mas como esquecemos de ligar o despertador, então tivemos uma ponta de culpa por termos perdido a hora. Fomos tomar café-da-manhã na padaria e então fomos fazer as nossas coisinhas de praxe ao sábados. Voltamos para o prédio porque tinhamos um churrasco. A filha de uma amiga nossa nasceu na sexta da semana passada e ela organizou este churras para comemorar o nascimento.

Depois de cumprimentar todos, já sentei ao lado de uma minha amiga que aliás, deu bolo na festa do JP, mas ela justificou e ficou tudo bem. Ah, mal cheguei na festa e uma mulher que até então não conhecia, me reconheceu e pediu para tirar uma foto comigo, disse que leu os meus livros e blábláblá e mais blá. Ela ficou sentada comigo e com a Andréia, batendo papo com a gente. O JP se deu super bem com o marido dela e ela, adorou tal situação. Papo vai, papo vem e... O mundo é muiiiiito pequeno!!! Quando descobrimos a coincidência, que na verdade foi o JP e o marido dela que descobriram, ela fez uma festa, me abraçou tanto, mas tanto, que eu fiquei até sem reação. De fato, o mundo é pequenininho!

Passamos a tarde toda lá e foi muito bacana! A nossa panelinha do prédio só tem gente fina, claro, pois caso contrário não seriamos amigos deles. rs Uma amiga que se mudou do prédio recentemente estava lá também. Enfim, fomos embora quando já eram 20h30. E só fomos embora porque o churras já tinha acabado.

Nem subimos em casa e fomos direto para a casa dos pais dele. Ficamos um pouco lá e então fomos para o shopping Ibirapuera, pois eu queria revelar algumas fotos. Deixamos o cd com as fotos na loja e ficamos passeando até dar a hora de buscarmos. De lá, voltamos para a casa dos meus sogros, pois um dos irmãos dele e a esposa estavam lá e queriam cumprimentá-lo pelo aniversário. Ficamos lá até 23hs e pouco e saímos para jantar no restaurante que na teoria, iamos ontem.

Ele fez 33 anos. Gente, como o tempo voa! O conheci com 29 e eu, snif, tinha 20. Quando chega o aniversário dele, sei que exatamente a quatro meses será a minha vez de ficar mais velha.

Fora isso, sem ele saber, ontem dei um jeitinho de ligar para os amigos que não puderam ir na festa-surpresa na sexta. Alguns tinham ido viajar na sexta, mas poderiam passar em casa hoje à noite... Ou seja, planejei outra festa sem ele saber. Bem, nesta festa embora tenha sido em cima da hora também, consegui organizar melhor, podemos dizer até que com mais empenho. Ontem liguei para todos e com a confirmação da vinda hoje em casa, pedi para que ninguém ligasse para ele para desejar feliz aniversário.

No final da noite, durante o nosso jantar, ele comentou um tanto chateado que tais amigos não tinham ligado. Eu fingi que não sabia de nada e mudei logo de assunto. Mal ele sabia!

Hoje acordamos às 9hs e pouco, fomos tomar café-da-manhã, depois seguimos para a casa dos pais dele. Lá consegui confirmar por telefone com todos os convidados da festa de hoje.

Fomos com a minha sogra até uma loja gigantesca que vende plantas de todos os tipos possíveis, chamada Garden sei-lá-oquê. Comprei um vaso e uma planta linda. Sem perceber, ficamos lá por mais de uma hora.

Mais tarde, passeamos de bike pelo bairro. Não fomos em nenhum parque, decidimos ficar passeando pela região mesmo. Deixamos as bicicletas na casa dos pais dele e viemos para casa. Tinhamos combinado que iriamos ao cinema, então tomamos banho, trocamos de roupa e fomos ao shopping Morumbi.

Combinei com a Fê que ela ficaria responsável por todos os comes e bebes da festa em casa e que depois eu daria o dinheiro dos gastos pra ela. Eu ainda avisei: "Fê, você pode esquecer qualquer coisa menos o brie!". E não é que ela se esqueceu?

Antes de sairmos para ir ao shopping, deixei a chave do nosso apartamento na recepção e autorizei por escrito de a Fê subir com o marido. Então quando eles chegaram, ela me mandou uma mensagem de texto avisando que haviam chegado para me tranquilizar. Ela também ficou responsável por receber os demais convidados, mas como ela já conhecia a maioria deles, então ficou fácil. Isso é que é confiar nos amigos, de deixá-los ficar em nossa casa sem nossa presença.

Bem, assistimos o filme Wall-E que na verdade é um desenho. Como é da Pixar, até dispensaria comentários! Super bem elaborado e a história é interessante, com muitos momentos engraçados e tals. A gente acaba torcendo muito pela Eve e o Wall. Mas não vou contar o final porque para quem curte desenhos, está aí a dica para o próximo final de semana! Fora que a história passa uma mensagem. Ah, pela primeira vez na vida achei alguma barata fofa rs. Quem assití-lo vai entender!

Saímos da sala do cinema, o JP virou e me perguntou tudo o que eu não queria escutar naquele momento: "Vamos aproveitar que estamos aqui e comer algo?". Eu respondi com um tom seco: "Vamos ver". Do nada fiquei mega apertada para ir ao banheiro, rs, claro que foi uma desculpa esfarrapada e fui pedir socorro à Fê por telefone. Eu não queria de jeito nenhum que o JP desconfiasse de algo pela segunda vez e quase em dias consecutivos.

Ela disse para comermos algo rapidinho então, para que ele não desconfiasse. Disse que só faltava um casal de amigos, mas que eles já estavam a caminho.

Fiquei despreocupada porque seria uma festa bem simples, então não teria um jantar propriamente dito. Pedi para a Fê comprar queijos e frios, alguns pãezinhos e petiscos em geral. Para beber, vinho. Então, se comessemos no shopping, nada atrapalharia. Agora se fosse ter um jantar completo em casa, daí já seria outra história e eu não saberia como escapar. Talvez teria dito que preferia pedir um delivery em casa, mas acho que ele ia perceber algo de estranho.

Acabamos comendo rapidinho lá e fomos embora. No carro, quando estávamos quase chegando em casa, a Fê me ligou para saber, afinal, fazia mais de um hora que a festa já tinha começado. Falei para ela que estávamos indo para casa e por estarmos cansados, nos arrumaríamos pra dormir. Ela entendeu o recado. Ela só pediu para que eu desse um jeito de dar um toque no celular dela assim que chegássemos na garagem do prédio. Fiz isso porque eles iam se preparar: apagaram a luz e ficaram quietinhos, e mesmo eu sabendo de tudo, que eles estavam em casa, também levei um susto porque esta parte da escuridão não estava combinado. Estranhei quando o JP abriu a porta e a luz estava apagada, quando então ele acendeu, algumas pessoas pularam atrás do balcão da cozinha, outras saíram do canto onde ficam os sofás. Mas enfim, ele não acreditou que consegui fazer mais uma surpresa!

Eu não comi muito no shopping justamente para deixar um espacinho para o brie com mel e quase tive um treco quando a Fê me avisou que tinha se esquecido. Mais tarde um amigo se ofereceu para sair pra comprar, o JP foi junto e o marido da Fê resolveu ir também.

Bem, a festa não foi até muito tarde porque o importante era apenas reunir os amigos que não puderam ir na sexta para que parabenizassem o JP. Além disso, como todos trabalham sem exceção, então não poderíamos ficar até altas horas batendo papo, afinal amanhã é segunda.

Os últimos amigos foram embora quando era 1hs e pouco e corri aqui no computador para contar como que foi o nosso intenso final de semana!

Descansar que é bom, nada! Mas nos divertimos bastante!

Reunidos com os amigos, fechamos com chave de ouro o nosso final de semana e a comemoração do aniversário dele.

Boa semana e até!!

27.06.08

Filed under: O diaBruna @ 08:14:50

E se eu falar que ainda estou com raiva de mim?

Respondi a verdade em perguntas tão mais difíceis, inclusive em duas que até então ninguém sabia, pois nunca tinha contado por ter vergonha, e na mais fácil de todas... Puf! Vacilei. Vacilo gigantesco.
Eu queria tanto voltar atrás para tentar corrigir. Hunf.

Em contrapartida, ontem fiquei feliz! Bem, em agosto de 2006 assinei um contrato com a revista Sexy Premium por dois anos. Teoricamente então, o meu contrato com eles terminaria em agosto deste ano. Terminaria. Eles renovaram o contrato comigo! Então minha coluna continuará na revista por mais um bom tempo! =)

Ontem passei a maior parte do tempo elaborando o presente do JP. Como sempre, fiz algo bem criativo. Primeiro, fiquei um tempão selecionando cinqüenta fotos em que estamos juntos para colocar em um álbum. Depois fui até a casa dos pais dele para buscar algumas fotos de quando ele era bebê. Ai, que coisa mais fofa!! Para não usar as originais, passei no shopping para tirar cópia e ampliá-las um pouco. Depois eu conto o que fiz porque ele ainda não ganhou, afinal o aniversário é só amanhã.

Hoje no final da tarde, gravarei um programa para o canal GNT. Tenho outras coisas para contar, então neste final de semana contarei tudo com calma!

No mais, é só. Como ainda são 11h25 de uma sexta-feira, tenho muito o que fazer...

Bom final de semana e até!!

25.06.08

Filed under: O diaBruna @ 12:34:03

Fui enganada pela mente e por uma conjugação verbal. Mas valeu! Como sempre vejo o lado bom das coisas: conheci um mito da televisão brasileira!!

Não posso falar nada a respeito, pois assinei um contrato e tals, mas lá não havia nenhuma cláusula dizendo que eu não poderia dar algumas indiretas. rs Mas todo o mistério virá a tona em breve, pois obviamente passará na tv algum dia desses...

Se não ganhei o prêmio total, é uma pena, mas me consola ter recebido R$ 15.000 mais o cachê que foi uma quantia ótima também. Só contei este valor porque se tornará público, se eu não contasse, você ficaria sabendo do mesmo jeito. Não sou doida de sair revelando o meu patrimônio, mas este caso foi uma exceção, podemos dizer assim.

Eu conseguia separar sexo de amor, mas depois de parar de fazer programa, não conseguiria mais, caso fosse preciso.

Fui enganada pela mente e pelo passado.

Foi bom para aprender. E é errando que a gente aprende! =)

24.06.08

Filed under: O diaBruna @ 18:21:41

E Deus continuou querendo...

Agora é só comigo. Será uma guerra entre eu contra eu mesma.

Conto também com a força positiva de todos que torcem por mim. Torçam muito, mas muito mesmo, de um jeito que nunca torceram antes por mim! =)

Amanhã eu conto sobre este “mistério”.

Até.

23.06.08

Filed under: O diaBruna @ 21:32:42

No sábado, fui a uma baladinha com a Eli. Detalhe: sem o JP! Sim, consegui alvará! Nós somos super companheiros e eu nunca tive vontade de sair pra noitada sem ele, então foi uma experiência nova. Perguntei na quinta à noite se poderia sair no sábado com ela, e ele deixou.
Fomos na festa de aniversário de um amigo dela na Nexxt Lounge. Ou seja, fui de penetra.

O JP me deixou no prédio da Eli às 23hs e tanto, eu nem ia subir para o apê dela, mas no caminho até lá aconteceu uma tragédia: a unha do meu dedinho da mão direita, lascou! Então subi para fazermos a “operação arruma unha” e, sem outra alternativa, passamos um curativo sobre a ponta do meu dedo para propositalmente cobrir a unha. Prefiro que pensem que cortei o dedo com uma faca, por exemplo.

Ah, antes de descer do carro, o JP me fez algumas recomendações, achei tão bonitinho.

No caminho para a balada, a Eli quase me matou do coração. Ela freou o carro do nada e como eu estava sem cinto, fui com tudo para a frente. Até aí “tudo bem”, mas acabei dando um berro estranho, ela por sua vez, teve um ataque de risada. Não sei quem é mais doida. Aliás, fui uma péssima co-pilota, prometo que da próxima vez, ficarei mais atenta, tá amiga? Só sei que fizemos um tour pela Vila Olímpia.
Pelo menos chegamos sã e salvas na balada. O amigo dela estava na porta nos esperando, pegamos as pulseirinhas e depois de um tempo congelando naquele frio que estava, entramos.

Fomos direto ao banheiro. Ali, tive uma sensação gigantesca de déjà vu e até comentei com ela. Mas deixei para lá. Quando então estávamos subindo a escada para a área vip, senti alguém puxando o meu braço. Olhei para trás e um homem me cumprimentou: “Oi Bruna, tudo bem?”. “Tudo!” – respondi. “Não lembra de mim?”. Sinceramente, eu não me lembrava. Mas daí fiquei sabendo que ele é o dono da balada e que já tinhamos nos conhecido porque em dezembro de 2005, eu realizei uma festa lá. Foi então que fiquei sabendo que na verdade não tive um déjà vu, pois já estive ali, várias vezes, aliás. Era a balada Vinyl.

Subimos e ficamos curtindo a festa. Dançamos, fofocamos, conversamos, bebemos, enfim, nos divertimos muito! Eu me comportei muito bem, como prometi ao JP. Fomos embora quando eram 4 e pouco.

No domingo, acordei quando eram quase 11hs, o JP e as filhas dele já haviam acordado. Mais tarde fomos ao Mc porque eu estava louca para “ganhar” aqueles copos das Olimpíadas. Ficamos um pouco lá e então passamos numa loja de brinquedos para comprar um presentinho para o filho da sobrinha dele e outro para a filha de uma amiga nossa. Lei de Murphy total: as duas festas marcadas para o mesmo dia e praticamente no mesmo horário. Decidimos que ele ia na festa da família e eu na outra, e caso desse tempo, eu ia para a outra depois de um tempo ou vice-versa.

Além de todas as responsabilidades da semana, preciso providenciar algo relacionado ao aniversário do JP que será no próximo sábado!

Afê, este frio ainda me mata.

Até quarta. Se Deus quiser!

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